Magneto sofre uma grande derrota em X-Men #38, já disponível.
A edição #38 de X-Men da Marvel já está disponível, e coloca Erik Lehnsherr, mais conhecido como Magneto, no centro do crossover "DNX", mesmo que ele passe boa parte da história incapacitado. O que chama a atenção aqui é a forma como a narrativa o reformula. Ele não é apresentado principalmente como uma ameaça de nível ômega ou um anti-herói já conhecido, mas como um homem cuja identidade se resume a autoestima, propósito, resistência e uma obstinada capacidade de sobreviver à pressão, ferimentos e a todas as tentativas de transformá-lo.
Em X-Men #38, o Presidente, que se revela ser o Hank McCoy original, pede a Erik para se juntar à 3K. Erik recusa, e a história responde a essa recusa com algo ainda mais cruel: Magneto é acorrentado, contido e seu DNA é usado para a coleta de amostras, pois é fundamental para o plano mutagênico do Vírus X da 3K. Isso o transforma de uma potência em matéria-prima.
Mais tarde, Hank McCoy leva Magneto até Reed Richards. Reed hesita. É Sue Storm quem o convence a ajudar. Mas o verdadeiro conflito acontece dentro do coma de Magneto, onde Charles Xavier lhe dá uma visão ao estilo de "A Felicidade Não Se Compra" dos X-Men sem ele. Essa visão o força a confrontar a questão que ele carrega no fundo de tudo: se ele merece viver ou se se tornou um fardo para Ciclope e o resto da equipe. Magneto sai dessa experiência entendendo que seu valor não está apenas no que ele pode fazer. Está nas vidas que ele mudou e no fato de que o Presidente o queria como ele é, não apenas pelo poder que ele possui.
Se você é fã do Magneto, X-Men #38 é uma edição imperdível. A história o tira do papel habitual e foca no próprio Magneto: seu senso de valor, sua razão para continuar, sua resiliência e sua recusa em deixar que a dor ou outras pessoas definam quem ele é.
Você já pode adquirir X-Men #38 em versão impressa e digital.
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