No ecossistema brasileiro, a integridade dos dados tornou-se a espinha dorsal da continuidade de negócios. No entanto, o cenário requer atenção. Segundo estudos do setor, como relatórios recentes da Veeam, 9 em cada 10 empresas brasileiras não realizam o backup apropriado de seus dados, o que deixa 17% das informações das organizações totalmente desprotegidas contra ataques cibernéticos e falhas de hardware.


Mesmo para as empresas que mantêm rotinas de salvaguarda, a segurança pode ser ilusória. Segundo as pesquisas, aproximadamente 49% dos backups falham durante a recuperação, momento em que a empresa mais precisa deles.

Para a Kingston Brasil, líder mundial em soluções de memória e armazenamento, o problema central reside em tratar o backup como um processo estático e puramente técnico, ignorando as variáveis do cotidiano operacional e a confiabilidade dos componentes físicos que sustentam esses dados.

“As falhas mais comuns em backup nem sempre acontecem por grandes desastres. Muitas vezes, elas surgem de problemas cotidianos, como cópias mal configuradas, falta de testes de restauração e arquivos corrompidos por falhas de hardware”, explica Iuri Santos, gerente de tecnologia da Kingston Brasil. Segundo o executivo, o maior risco é o impacto passar de técnico para operacional. “Quando a restauração falha, o prejuízo se acumula a cada hora parada, com equipes improdutivas e clientes sem atendimento.”

Para mitigar esses riscos e elevar o nível de maturidade digital, o mercado aponta caminhos que vão além da simples cópia de arquivos. Entre as estratégias recomendadas por especialistas para sanar as vulnerabilidades apresentadas estão:

  • Adoção da regra 3-2-1: Manter ao menos três cópias dos dados, em dois tipos de mídia diferentes, com uma delas armazenada fora do ambiente local (offsite ou nuvem).
  • Monitoramento e testes de integridade: Implementar rotinas automáticas de verificação para garantir que os backups não apenas “rodaram”, mas que os arquivos estão íntegros e prontos para leitura.
  • Criptografia e isolamento: Proteger as cópias com criptografia de ponta a ponta e garantir o isolamento físico ou lógico das cópias de segurança para evitar que malwares e ransomwares contaminem o backup.
  • Hardware de alta performance: Utilizar SSDs e unidades de armazenamento com alta durabilidade e baixo índice de falhas, como as soluções Enterprise da Kingston, dimensionados especificamente para suportar as cargas de leitura e escrita intensivas exigidas em processos de restauração em larga escala. A escolha de memórias com correção de erros e SSDs com proteção contra perda de energia é vital para evitar a corrupção silenciosa de dados.

O que as pessoas costumam subestimar na infraestrutura de backup

Um dos grandes gargalos nas empresas é causado por subestimar o crescimento contínuo do volume de dados e dos gargalos de infraestrutura que surgem sob carga. Iuri Santos ressalta que o verdadeiro indicador de maturidade não é apenas a existência do backup, mas a confiabilidade da sua restauração no tempo exigido pelo negócio.

“Equipes de TI muitas vezes subestimam a importância dos testes periódicos e a necessidade de isolamento das cópias. Tratar o backup como um projeto concluído é um erro. Ele deveria ser gerido como uma capacidade crítica em evolução contínua”, afirma Santos. “Essa subestimação gera uma falsa percepção de segurança. O ambiente aparenta estar protegido, mas pode falhar naquilo que mais importa, que é recuperar o negócio em tempo hábil”, ressalta.

O hardware também faz parte da fundação dessa estratégia. Sem uma base de armazenamento robusta e homologada para ambientes críticos, qualquer plano de recuperação acaba ficando vulnerável.

Indo um pouco além de todo o cenário apresentado, a Kingston elaborou uma série de práticas-chave que é recomendada para empresas que buscam construir uma estratégia de prevenção de perda de dados robusta, afinal, todas as empresas que lidam com dados confidenciais precisam implementar uma estratégia de prevenção de perda de dados (DLP). Para ter acesso e saber mais detalhes, basta acessar os conteúdos disponíveis no blog oficial da Kingston Brasil.

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