Desde o lançamento catastrófico de MindsEye, os dirigentes da Build A Rocket Boy estimam que pessoas mal-intencionadas teriam sabotado o projeto.
Num artigo recente, o site Insider Gaming traz elementos adicionais a esta história rocambolesca. Mark Gerhard, o co-CEO da empresa, explicou ter « apanhado os tipos » responsáveis por esta maquinação. Teriam gasto mais de um milhão de euros no âmbito de uma campanha de difamação contra MindsEye.
Estas acusações foram proferidas por Gerhard durante uma reunião que decorreu no final de janeiro. O principal interessado aponta o dedo à empresa britânica Ritual Network, que estima estar na origem de uma campanha de difamação. Teria remunerado vários influenciadores, três jornalistas e até funcionários da Build A Rocket Boy para manchar a reputação do jogo.
Contactada pela Insider Gaming, a Ritual Network obviamente negou estas afirmações.
« A Ritual Network é uma plataforma de apoio a criadores e não está envolvida no assunto que menciona. Não temos conhecimento de qualquer ação judicial legítima visando a Ritual Network e não recebemos qualquer prova que sustente estas alegações. Qualquer sugestão que ligue a Ritual Network a estas alegações é falsa. »
Noutro comunicado, o estúdio de MindsEye afirma ter provas em sua posse e diz estar pronto para levar o caso a tribunal. O artigo termina indicando que os funcionários da empresa eram vigiados pelos seus dirigentes através de um software de cibersegurança reforçado chamado « Teramind ». Esta plataforma permite vigiar a menor ação efetuada num computador. Uma escolha que Gerhard assume para « incentivar a equipa informática a melhorar regularmente os nossos dispositivos de segurança ».


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